Unrecognizable professional female psychologist writing on clipboard while sitting against client on blurred background during psychotherapy session in light office

Vamos falar de Burnout?

O “burnout” (ou síndrome de esgotamento profissional) NÃO É OFICIALMENTE classificado como um DIAGNÓSTICO, no DSM-5-TR (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, Texto Revisado).

No entanto, é reconhecido como um FENÔMENO OCUPACIONAL, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e é incluído na Classificação Internacional de Doenças (CID-11).

DSM-V TR e CID são manuais diagnósticos utilizados para classificação da saúde mental e psiquiátrica.

No DSM-5 TR, o burnout pode ser abordado como comorbidade a outros diagnósticos, por exemplo, transtornos: de ansiedade, de depressão, e outros problemas de saúde mental que podem ser exacerbados por estresse crônico, no trabalho.

O burnout é caracterizado por três dimensões principais:

1.⁠ ⁠Esgotamento emocional: Sentir-se exausto e sem energia.

2.⁠ ⁠Despersonalização: Sentimentos de distanciamento, desmotivação, resistente a mudanças, impactos negativos, em relação ao trabalho e às pessoas.
Mesmo que seja de forma a se proteger emocionalmente.

3.⁠ ⁠Diminuição da realização pessoal: Sensação de ineficácia, incapacidade, auto percepção prejudicada, baixa autoestima, falta de realização no trabalho, e na vida pessoal.

Embora não seja um diagnóstico formal no DSM-5 TR, a experiência de burnout pode ter sérias implicações para a saúde mental, e o bem-estar.

É importante que as pessoas que enfrentam esses sintomas busquem apoio profissional, para que não aumente riscos de prejuízos físico, emocional, e/ou material.